TEL FIXO 11 5513-6064
TEL FIXO 11 5513-6064
O TARÔ Um   halo   de   mistério   e   respeito   cerca   as   figuras   do   Tarô.   Seus   antigos   desenhos,   símbolos   e   suas inquietantes    figuras    estão    profundamente    enraizados    em    mitos    situados    além    das    fronteiras    do conhecimento   humano.   Pode-se   acreditar   no   essas   cartas   dizem.   Essa   sensação   é   permanente,   assim como   a   de   tomar   parte   em   um   ritual   muito   antigo.   Curiosos,   estudiosos   e   pessoas   angustiadas   têm consultado o Tarô no transcurso dos séculos. Nenhuma ficou sem resposta. AS ORIGENS Ninguém    sabe    exatamente    onde    apareceram    pela    primeira    vez    estas    misteriosas    cartas.    Já    foram vinculadas   aos   ciganos,   que   desde   a   antigüidade   têm   sido   considerados   como   os   guardiões   desse   ramo secreto   do   conhecimento.   É   possível   também   que   tenham   surgido   nos   mistérios   religiosos   da   Grécia pagã   ou   mesmo   na   ciência   divina   dos   caldeus.   O   que   é   certo,   porém,   é   que   tanto   o Tarô   como   os   ciganos apareceram na Europa durante o período que vai desde o século XI ao século XIV. O   baralho   moderno   do   Tarô   está   baseada   nas   investigações   de   um   erudito   Francês   do   século   XVIII, chamado    Gebelin.    Seu    livro    O    Mundo    Primitivo    contém    ilustrações    das    cartas.    Desse    baralho    de Marselha é que se derivam quase todos os outros baralho de Tarô usados no ocidente. Cada   baralho   ou   versão   vem   com   instruções   para   as   interpretações.   Estas   instruções   podem   ser   longas, abrangendo    aspectos    comuns    ou    esotéricos,    mas    costuma-se    usar    versões    simplificadas    dessas interpretações,    permitindo    que    se    entenda    sem    grandes    dificuldades    a    linguagem    profunda    desse oráculo. O    ideal    é    que    se    memorize    todos    os    significados,    mas    nada    impede    que    as    anotações    sejam consultadas, quando da leitura. OS ARCANOS MAIORES As    vinte    e    duas    cartas    que    formam    os   Arcanos    Maiores,    ou    Trunfos,    são    símbolos    misteriosos    e completos.   Guardam   uma   íntima   relação   com   as   vinte   duas   letras   do   alfabeto   hebraico   e   com   os   vinte   e dois ramos da Árvore da Vida, um dos conhecimentos mais importantes da Cabala. São estes os Arcanos Maiores e seus significados: O LOUCO Esta   carta   não   tem   um   significado   específico,   não   sendo   inclusive   numerada.   Quando   aparece,   altera   o significado   das   outras.   É   a   força   livre   da   vida,   já   que   oferece   ao   solicitante   uma   escolha   entre   o   bem   e   o mal. I — O MAGO Posição   normal:   Representa   a   organização,   o   controle   sobre   as   forças   naturais,   pela   força   de   vontade. Sugere capacidade criativa e artística. Invertida: debilidade, força usada de forma destrutiva. II — A SACERDOTISA Posição   normal:   O   invisível,   alcançado   pelo   poder   de   adivinhação,   uma   indicação   de   influências   invisíveis no trabalho. Capacidade intuitiva. Invertida: egoísmo, vaidade, sensualidade, superficialidade. III — A IMPERATRIZ Posição    normal:    Significa    a    Mãe    Terra,    fertilidade    e    matrimônio,    assim    como    riqueza.    O    material alcançado como recompensa do esforço. Invertida: esterilidade, esforço frustado, diminuição dos recursos. IV — O IMPERADOR Posição   normal:   Determinação,   mando,   autoridade,   ajuda   de   aliados   poderosos.   Uma   forte   sexualidade, porém bem controlada e dirigida. Invertida: imaturidade, falta de controle, subordinação. V — O SUMO SACERDOTE Posição   normal:   Chamado   também   Hierofante   ou   Sumo   Pontífice.   Representa   matérias   essenciais,   como teologia, ritual, leis, aceitação das convenções ou êxito social e material. Invertida: Criatividade. VI — OS AMANTES Posição   normal:   Harmonia,   equilíbrio   entre   o   interior   e   o   exterior,   sagrado   e   profano.   Representa   uma escolha baseada na atração, êxito no amor e provavelmente matrimônio. Invertida: falta de harmonia, desconfiança, rixas, talvez divórcio. VII — O CARRO Posição   normal:   O   triunfo   nas   dificuldades   financeiras,   sobre   rivais   e   enfermidade,   indicando   êxito   em muitas áreas. Invertida: má saúde, êxito imerecido, intranqüilidade. VIII — A JUSTIÇA Posição normal: Equilíbrio, legalidade, pedantismo. Responsabilidade pelas próprias ações. Invertida: desigualdade, injustiça, passividade. IX — O ERMITÃO  Posição normal: Meditação, prudência, um encontro com um conselheiro sensato que deve ser escutado. Invertida: imaturidade, recusa a aceitar os conselhos. X — A RODA DA FORTUNA Posição   normal:   Mudanças,   alterações,   os   altos   e   baixos   da   vida,   mudança   de   sorte   inesperada   ou   êxito repentino Invertida: fracasso e contrariedades, exigindo perseverança. XI — A FORÇA Posição    normal:    Coragem,    força    de    caráter,    o    poder    espiritual    triunfando    sobre    a    concupiscência. Capacidade   para   superar   as   adversidade.   Qualquer   desgraça   revelada   pelas   cartas   adjacentes   fica anulada com sua presença. Invertida: materialismo, falta de força moral XII — O ENFORCADO Posição   normal:   Elevação   espiritual   ou   possível   desgraça,   sugerindo   uma   pausa   na   vida,   uma   retirada para aperfeiçoar-se interiormente. Desperta a intuição espiritual. Invertida: egoísmo, arrogância, falsa espiritualidade. XIII — A MORTE Posição   normal:   Mudanças,   final   de   um   período,   seguido   de   um   novo   tempo   de   novos   conhecimento. Representa   a   depois   de   uma   tormenta   ou   a   recompensa   depois   do   trabalho.   Simboliza   também   o   medo auto-destrutivo. Invertida: inércia, estagnação, revolução, talvez assassinato. XIV — A TEMPERANÇA Posição   normal:   Harmonia   com   os   demais,   adaptação,   tempo   de   êxito.   Invertida:   rixas,   conflitos   de interesses, separação. V — O DEMÔNIO Posição normal: Tentação, escolha. Algumas vezes indica crueldade, concupiscência ou enfermidade. Invertida: começo de espiritualidade e humanidade. Indecisão. XVI — A TORRE Posição    normal:    Conhecida    também    como    a    Casa    de    Deus,    simboliza    a    catástrofe    ou    o    desastre imerecido,    transtorno    no    estilo    de    vida    e    nas    idéias,    permitindo    novos    conhecimentos.   Anuncia    as ambições presentes serão frustradas. Invertida:   opressão,   talvez   falsa   prisão.   Ensina   que   através   da   desgraça   ganha-se   a   liberdade   do   corpo   e do espirito XVII — A ESTRELA Posição   normal:   Esperança,   inspiração,   possível   felicidade   efêmera,   vislumbre   de   espiritualidade   e   boa saúde. Invertida: pessimismo, obstinação, melancolia, má saúde. XVIII — A LUA Posição   normal:   Decepção,   inimigos   secretos,   perigo   oculto,   amor   mal   dirigido,   ou   um   amor   amenizado. Aumento dos poderes intuitivos. Invertida: recomenda o uso do senso prático, evitando o risco. Após a tormenta, virá a paz. XIX — O SOL Posição   normal:   Ambições   obtidas,   êxito   material,   matrimônio   feliz,   satisfação,   mesmo   sem   esforço próprio. Invertida: Perda, talvez de um trabalho, e problemas matrimoniais. XX — O JUÍZO Posição   normal:   Despertar,   novos   conhecimentos,   forte   influência   da   sorte.   A   união   espiritual   com   o Absoluto está a caminho. Invertida: separação, desilusão, perda de bens mundanos. XXI — O MUNDO Posição   normal:   Recompensa,   êxito   satisfação,   nem   sempre   na   forma   esperada.   Estado   de   consciência cósmica e liberação espiritual. Invertida: medo as mudanças, visão restringida e êxito fugaz. OS ARCANOS MENORES O   Arcanos    Menores    correspondem    a    cinqüenta    e    seis    cartas,    divididas    em    quatro    naipes:    Copas, Espadas,   Ouros   e   Paus.   Há   cinqüenta   e   seis   cartas   porque   cada   naipe   tem   uma   carta   extra,   isto   é, quatro   figuras   em   lugar   das   três   do   baralho   comum:   Rei,   Rainha,   Cavaleiro   e   Pajem.   É   conveniente recordar   que   os   naipe   têm   um   significado   por   si   mesmo   e   que   predominam   um   sobre   os   outros,   durante   a interpretação. COPAS: Amor, generosidade, bondade. ESPADAS: Discrepância, rixas, separações. OUROS: Intriga, complô, política. PAUS: Mudança, viagem, oportunidade. OS SIGNIFICADOS DOS NAIPES Em   posição   normal   ou   invertida,   cada   uma   dessas   cinqüenta   e   seis   cartas   tem   um   significado   de adivinhação   que   pode   alterar   a   informação   que   nós   dá   o   baralho   do   Tarô.   O   principal   significado,   no entanto,   está   sempre   nos Arcanos   Maiores   e   no   poder   evocativo   e   aterrador   das   figuras   que   descrevem. O   mais   que   podem   fazer   o   Arcanos   Menores   é   modificar   ou   influenciar   os   aspectos   gerais   dados   pelas figuras    mais    potentes.    Orientam    sobre    a    capacidade    e    manobras    das    pessoas,    enquanto    estão protegidas ou ameaçadas pelas forças que representam os Arcanos Maiores. Está   claro   que   o   Tarô   pode   alcançar   níveis   profundos   do   subconsciente. Algumas   pessoas,   quando   vêem a   preparação   de   um   baralho   dessas   cartas   sobre   a   mesa,   sentem   calafrios   de   receio,   de   inquietação   ou de    hesitação,    mesclados    com    um    certo    terror,    que    normalmente    se    experimenta    ao    enfrentar    o desconhecido, o misterioso ou o sobrenatural. Quem   já   conseguiu   ir   fundo   nas   complexidades   do   baralho   do   Tarô,   possui   uma   certa   segurança   e   uma visão   diferente   do   mundo   que   o   cerca,   pois   está   ciente   dos   diversos   níveis   de   conhecimento   que   nos cercam.   Para   chegar   nesse   nível,   no   entanto,   é   preciso   conhecer   melhor   os   significados   de   cada   uma das   setenta   e   oito   cartas,   já   que   uma   leitura   completa   exige   um   alto   nível   de   intuição,   assim   como   de inteligência   para   combinar   os   significados   individuais   das   cartas,   os   impulsos   da   intuição,   chegando   a uma   interpretação   coerente.   Quem   alcançar   esse   domínio   terá   conseguido   para   si   uma   nova   visão   do mundo. A LEITURA DAS CARTAS DO TARÔ Em   primeiro   lugar,   assim   como   na   Cartomancia   simples,   escolhe-se   a   carta   do   cliente.   Para   isso,   abre-se os   arcanos   maiores   num   leque   e   pede-se   ao   cliente   que   escolha   a   carta   que   interpreta   seus   sentimentos ou pensamentos naquele momento. Algumas formas de leitura dispensam o uso da carta do cliente. Em   seguida,   pega-se   o   restante   do   baralho,   embaralha-se   e   coloca-se   sobre   a   mesa.   O   cliente   põe   a mão   esquerda   sobre   o   monte,   pensa   na   pergunta   ou   no   assunto   para   o   qual   deseja   esclarecimentos, depois   corta   o   baralho   em   três   montes,   pondo   cada   um   a   esquerda   do   anterior.   Corta-se   o   primeiro   dos montes,   usando-se   as   cartas   que   ficaram   para   a   leitura.   Dependendo   do   método   a   ser   usado,   os   montes são usados da esquerda para a direita. Vejamos dois dos métodos mais freqüentes de leitura do Tarô, começando com... MÉTODO DA CRUZ CÉLTICA Seguir os seguintes passos: 1   —   Põe-se   a   carta   do   cliente   no   centro   da   mesa.   Depois,   viradas   com   as   figuras   para   cima,   colocam-se dez cartas da forma seguinte: 2   —   CARTA   DE   COBERTURA,   colocada   sobre   a   carta   do   cliente,   transmite   a   influência   do   trabalho   em torno ao cliente em questão. 3   —   CARTA   CRUZADA,   colocada   de   lado,   transversalmente   à   carta   do   cliente   e   a   de   cobertura,   mostra as   forças   opostas.   Observa-se   que   se   a   carta   de   cobertura   não   é   favorável,   estas   forças   opostas   podem ser boas. 4 — DEBAIXO, carta colocada diretamente por debaixo das cartas centrais, para formar o   primeiro   braço   de   uma   cruz.   Indica   uma   experiência   passada,   relacionada   com   o   assunto   para   o   qual se busca respostas. 5   —   ATRÁS,   carta   situada   à   esquerda   das   cartas   centrais,   formando   o   segundo   braço   da   cruz.   Significa uma influência passageira. 6 — COROA ou braço superior da cruz, indica um possível acontecimento futuro. 7 — ADIANTE, ou braço direito da cruz. Esta carta significa acontecimento em um futuro muito próximo À direita da cruz há quatro cartas colocadas em uma fila vertical. Começando de cima para baixo: 8 — TEMORES, a carta de baixo, revela o resultado do que mais teme o cliente. 9   —   AMBIENTE,   a   segunda   de   baixo   para   cima,   soma   as   opiniões   da   família   e   dos   amigos   sobre   a questão. 10 — ESPERANÇA, indica quais as esperança ansiadas pelo cliente irão acontecer. 11   —   RESULTADO,   a   carta   superior   e   a   última,   resume   a   mensagem   de   todas   as   outras,   assim   como indica   o   resultado.   Se   a   última   carta   for   impossível   de   interpretar   ou   sua   interpretação   é   muito   vaga,   o melhor   é   começar   de   novo,   desta   vez   colocando-a   no   centro,   em   lugar   da   carta   do   cliente.   Se   mesmol assim não se chegar a uma mensagem satisfatória, é melhor não insistir. O MÉTODO DA ÁRVORE DA VIDA
HOME TODOS OS DIREITOS RESERVADOS
O TARÔ Um   halo   de   mistério   e   respeito   cerca   as   figuras do    Tarô.    Seus    antigos    desenhos,    símbolos    e suas    inquietantes    figuras    estão    profundamente enraizados   em   mitos   situados   além   das   fronteiras do   conhecimento   humano.   Pode-se   acreditar   no essas      cartas      dizem.      Essa      sensação      é permanente,   assim   como   a   de   tomar   parte   em um    ritual    muito    antigo.    Curiosos,    estudiosos    e pessoas   angustiadas   têm   consultado   o   Tarô   no transcurso    dos    séculos.    Nenhuma    ficou    sem resposta. AS ORIGENS  Ninguém    sabe    exatamente    onde    apareceram pela    primeira    vez    estas    misteriosas    cartas.    foram    vinculadas    aos    ciganos,    que    desde    a antigüidade    têm    sido    considerados    como    os guardiões   desse   ramo   secreto   do   conhecimento. É    possível    também    que    tenham    surgido    nos mistérios   religiosos   da   Grécia   pagã   ou   mesmo   na ciência   divina   dos   caldeus.   O   que   é   certo,   porém, é   que   tanto   o   Tarô   como   os   ciganos   apareceram na   Europa   durante   o   período   que   vai   desde   o século XI ao século XIV. O   baralho   moderno   do   Tarô   está   baseada   nas investigações   de   um   erudito   Francês   do   século XVIII,    chamado    Gebelin.    Seu    livro    O    Mundo Primitivo   contém   ilustrações   das   cartas.   Desse baralho   de   Marselha   é   que   se   derivam   quase todos    os    outros    baralho    de    Tarô    usados    no ocidente. Cada    baralho    ou    versão    vem    com    instruções para   as   interpretações.   Estas   instruções   podem ser    longas,    abrangendo    aspectos    comuns    ou esotéricos,      mas      costuma-se      usar      versões simplificadas    dessas    interpretações,    permitindo que    se    entenda    sem    grandes    dificuldades    a linguagem profunda desse oráculo. O   ideal   é   que   se   memorize   todos   os   significados, mas    nada    impede    que    as    anotações    sejam consultadas, quando da leitura. OS ARCANOS MAIORES As   vinte   e   duas   cartas   que   formam   os   Arcanos Maiores,   ou   Trunfos,   são   símbolos   misteriosos   e completos.   Guardam   uma   íntima   relação   com   as vinte   duas   letras   do   alfabeto   hebraico   e   com   os vinte   e   dois   ramos   da   Árvore   da   Vida,   um   dos conhecimentos mais importantes da Cabala. São      estes      os     Arcanos      Maiores      e      seus significados: O LOUCO Esta    carta    não    tem    um    significado    específico, não   sendo   inclusive   numerada.   Quando   aparece, altera   o   significado   das   outras.   É   a   força   livre   da vida,   já   que   oferece   ao   solicitante   uma   escolha entre o bem e o mal.   I — O MAGO Posição    normal:    Representa    a    organização,    o controle   sobre   as   forças   naturais,   pela   força   de vontade. Sugere capacidade criativa e artística. Invertida:     debilidade,     força     usada     de     forma destrutiva. II — A SACERDOTISA Posição    normal:    O    invisível,    alcançado    pelo poder     de     adivinhação,     uma     indicação     de influências    invisíveis    no    trabalho.    Capacidade intuitiva. Invertida:      egoísmo,      vaidade,      sensualidade, superficialidade. III — A IMPERATRIZ Posição   normal:   Significa   a   Mãe   Terra,   fertilidade e   matrimônio,   assim   como   riqueza.   O   material alcançado como recompensa do esforço. Invertida:        esterilidade,        esforço        frustado, diminuição dos recursos. IV — O IMPERADOR  Posição        normal:        Determinação,        mando, autoridade,    ajuda    de    aliados    poderosos.    Uma forte     sexualidade,     porém     bem     controlada     e dirigida.   Invertida:   imaturidade,   falta   de   controle, subordinação. V — O SUMO SACERDOTE
Posição   normal:   Chamado   também   Hierofante   ou Sumo   Pontífice.   Representa   matérias   essenciais, como      teologia,      ritual,      leis,      aceitação      das convenções ou êxito social e material. Invertida: Criatividade.
VI — OS AMANTES Posição    normal:    Harmonia,    equilíbrio    entre    o interior      e      o      exterior,      sagrado      e      profano. Representa    uma    escolha    baseada    na    atração, êxito no amor e provavelmente matrimônio. Invertida:   falta   de   harmonia,   desconfiança,   rixas, talvez divórcio.
VII — O CARRO Posição     normal:     O     triunfo     nas     dificuldades financeiras,   sobre   rivais   e   enfermidade,   indicando êxito em muitas áreas. Invertida:        má        saúde,        êxito        imerecido, intranqüilidade.  
VIII — A JUSTIÇA Posição        normal:        Equilíbrio,        legalidade, pedantismo.    Responsabilidade    pelas    próprias ações. Invertida: desigualdade, injustiça, passividade.
IX — O ERMITÃO Posição    normal:    Meditação,    prudência,    um encontro    com    um    conselheiro    sensato    que deve ser escutado. Invertida:    imaturidade,    recusa    a    aceitar    os conselhos.
X — A RODA DA FORTUNA Posição    normal:    Mudanças,    alterações,    os altos    e    baixos    da    vida,    mudança    de    sorte inesperada ou êxito repentino Invertida:   fracasso   e   contrariedades,   exigindo perseverança.
XI — A FORÇA Posição   normal:   Coragem,   força   de   caráter, o     poder     espiritual     triunfando     sobre     a concupiscência.    Capacidade    para    superar as   adversidade.   Qualquer   desgraça   revelada pelas    cartas    adjacentes    fica    anulada    com sua presença. Invertida: materialismo, falta de força moral.
XII — O ENFORCADO Posição     normal:     Elevação     espiritual     ou possível   desgraça,   sugerindo   uma   pausa   na vida,     uma     retirada     para     aperfeiçoar-se interiormente. Desperta a intuição espiritual. Invertida:       egoísmo,       arrogância,       falsa espiritualidade.
XIII — A MORTE Posição    normal:    Mudanças,    final    de    um período,    seguido    de    um    novo    tempo    de novos   conhecimento.   Representa   a   depois de   uma   tormenta   ou   a   recompensa   depois do    trabalho.    Simboliza    também    o    medo auto-destrutivo. Invertida:    inércia,    estagnação,    revolução, talvez assassinato.
XIV — A TEMPERANÇA Posição   normal:   Harmonia   com   os   demais, adaptação,   tempo   de   êxito.   Invertida:   rixas, conflitos de interesses, separação. V — O DEMÔNIO Posição       normal:       Tentação,       escolha. Algumas         vezes         indica         crueldade, concupiscência ou enfermidade. Invertida:     começo     de     espiritualidade     e humanidade. Indecisão. XVI — A TORRE Posição   normal:   Conhecida   também   como   a Casa   de   Deus,   simboliza   a   catástrofe   ou   o desastre   imerecido,   transtorno   no   estilo   de vida      e      nas      idéias,      permitindo      novos conhecimentos.      Anuncia      as      ambições presentes serão frustradas. Invertida:     opressão,     talvez     falsa     prisão. Ensina   que   através   da   desgraça   ganha-se   a liberdade do corpo e do espirito. XVII — A ESTRELA Posição     normal:     Esperança,     inspiração, possível    felicidade    efêmera,    vislumbre    de espiritualidade e boa saúde. Invertida:           pessimismo,           obstinação, melancolia, má saúde. XVIII — A LUA Posição       normal:       Decepção,       inimigos secretos,   perigo   oculto,   amor   mal   dirigido, ou     um     amor     amenizado.    Aumento     dos poderes intuitivos. Invertida:     recomenda     o     uso     do     senso prático,   evitando   o   risco.   Após   a   tormenta, virá a paz. XIX — O SOL  Posição    normal:    Ambições    obtidas,    êxito material,       matrimônio       feliz,       satisfação, mesmo sem esforço próprio. Invertida:   Perda,   talvez   de   um   trabalho,   e problemas matrimoniais XX — O JUÍZO Posição        normal:        Despertar,        novos conhecimentos,   forte   influência   da   sorte.   A união    espiritual    com    o    Absoluto    está    a caminho. Invertida:    separação,    desilusão,    perda    de bens mundanos. XXI — O MUNDO Posição       normal:       Recompensa,       êxito satisfação,   nem   sempre   na   forma   esperada. Estado   de   consciência   cósmica   e   liberação espiritual. Invertida:      medo      as      mudanças,      visão restringida e êxito fugaz. OS ARCANOS MENORES O     Arcanos      Menores      correspondem      a cinqüenta   e   seis   cartas,   divididas   em   quatro naipes:   Copas,   Espadas,   Ouros   e   Paus.   cinqüenta   e   seis   cartas   porque   cada   naipe tem   uma   carta   extra,   isto   é,   quatro   figuras em   lugar   das   três   do   baralho   comum:   Rei, Rainha,   Cavaleiro   e   Pajem.   É   conveniente recordar   que   os   naipe   têm   um   significado por   si   mesmo   e   que   predominam   um   sobre os outros, durante a interpretação. COPAS: Amor, generosidade, bondade. ESPADAS: Discrepância, rixas, separações. OUROS: Intriga, complô, política. PAUS: Mudança, viagem, oportunidade. OS SIGNIFICADOS DOS NAIPES
HOME PRÓXIMA
TEL FIXO 11 5513-6064